Visto que já não posso andar pelo mundo a viajar à pala de ONGs e Governos a dar palestras em powerpoint, isso já faz o Al Gore, que não consigo limpar o mau cheiro de São Bento, qual reciclagem, visto que o PS ainda continua no Governo... proponho-me a não vomitar no asfalto, na calçada, na brita, na lama, no cimento, no contraplacado, na louça, no vidro, na madeira, na mesa do Costa (aí não, espera, dessa vez foi o Varandas), para o ar, no parque das crianças ("Vê sacana...") no Mondego, na Manga, na PSP nem no Pinto, até porque não tenho ido lá todos os dias.
Vomitar agora é na terra fértil, nos verdes prados, nas terras aráveis, na horta dos que mais precisam; onde estiver um agricultor a ser explorado por um latifundiário, eu vomito! Porque também na luta dos trabalhadores há impressões do suco gástrico.
Faço-o não por nojo ou contrição, eu vomito porque faz parte da vida, um panteísmo amoroso; a aurora do ciclo da vida ritualizado século após século, adega em adega, cooperativa em cooperativa.
Tiro o meu chapéu a este post!...
ResponderEliminarP.S. (lol) Especialmente ao "panteísmo amoroso"...
ResponderEliminarEu pelo ambiente para o proximo ano vou peidar me como se nao houvesse amanha
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